Aprendi que se eu não correr atrás, perderei o que quero, o que amo; o que preciso. Que se eu cair, tenho que aprender a pegar impulso com as próprias mãos, pois nem sempre terá alguém para me tirar do chão. Aprendi também que devo viver sem ligar para o que os outros dizem, mesmo que esteja relacionado ao passado. Não ligo, não quero mais a nostalgia. Tudo o que aprendi, foi melhor, sei que me fez evoluir, de alguma forma, me ensinou a “crescer sem deixar ninguém que pise sobre o meu teto e derrube toda a casa que construí e reergui várias vezes”. Só tive que dar um tempo em tudo, me passar por uma pessoa fria muitas vezes. Mas assim me acostumei com a dor, e hoje ela não me afeta mais.